domingo, 29 de novembro de 2015
sexta-feira, 27 de novembro de 2015
Maria, fortalece-nos na nossa travessia.
Tu, que foste peregrina na fé, arriscando-te em Deus, renovando tua opção diante dos novos desafios, ajuda-nos a não parar no meio da estrada.
Quantas vezes, Maria, a escuridão nos invade a alma.
O desânimo toma conta de nós e não temos mais vontade de caminhar.
Mostra-nos que vale a pena, dá-nos a mão.
Jesus está conosco!
Ensina-nos, sobretudo, a descobrir, como tu, que a travessia é bela.
Amém.
Tu, que foste peregrina na fé, arriscando-te em Deus, renovando tua opção diante dos novos desafios, ajuda-nos a não parar no meio da estrada.
Quantas vezes, Maria, a escuridão nos invade a alma.
O desânimo toma conta de nós e não temos mais vontade de caminhar.
Mostra-nos que vale a pena, dá-nos a mão.
Jesus está conosco!
Ensina-nos, sobretudo, a descobrir, como tu, que a travessia é bela.
Amém.
quarta-feira, 25 de novembro de 2015
segunda-feira, 23 de novembro de 2015
Maria, a jovem vocacionada
Quando
Maria era jovem, menina nova e cheia de vida, ela recebeu uma mensagem
especial. Deus, através de seu anjo, convidou-a a assumir a missão de mãe e
educadora do Cristo. Depois de perguntar, questionar e buscar saber como isso
aconteceria, Maria respondeu com toda inteireza: “Eis aqui a servidora do
Senhor” (Lc 1,38). Ela não pensou em vantagens, em glórias, em ser famosa, e
sim no verdadeiro serviço. A palavra “serva” ou “servidora” tem muitos
sentidos. Algumas bíblias traduzem-na mal, usando o termo “escrava”. Na
realidade, o povo de Jesus não aceitava a escravidão. Os hebreus guardavam viva
na memória, e recordavam cada ano na festa da páscoa, que Deus havia libertado
seu po
Logo
depois que diz “sim”, Maria sai apressadamente para visitar Isabel (Lc 1,39). Era
uma região montanhosa, difícil de chegar. Mas, quem está convencido que deve
servir, não reclama das dificuldades e arruma um jeito de superar os
obstáculos. Como Maria chegou até lá? Quem a acompanhou, pois as mulheres
naquele tempo não podiam andar sozinhas? Quanto tempo durou a viagem? A gente
não sabe. O que podemos dizer é que Maria e Isabel passaram algum tempo juntas.
E então viveram uma intensa experiência de comunidade. A gravidez de Isabel
começou três meses antes. Maria veio para servir sua parenta, mas ela também
estava grávida. Para as duas, era a primeira vez. Quantas esperanças, quantas
dúvidas, e alguns temores... Seguramente, Maria também aprendeu muita coisa com
Isabel, que já era uma mulher de idade avançada, com muita sabedoria.
Assim
acontece quando a gente se coloca a serviço dos outros. Aprendemos e ensinamos.
Doamos e recebemos. Esta é uma das belezas do serviço, quando ele é realizado
com liberdade, generosidade e desprendimento. Gratuitamente, sem pedir nem
exigir, há um retorno do amor. Pois o serviço traz junto a reciprocidade. Quem
recebe gestos de amor, com gratidão quer também fazer algo parecido. Para o
outro ou para os outros.
No
encontro com Isabel, Maria entoa um belo cântico de louvor a Deus. E agradece
ao Senhor que “olhou para sua humilde servidora” (Lc 1,48). Novamente, sai de
sua boca o que está no coração. Como Jesus, ela veio para servir a Deus e aos
outros!
A
partir de Maria, podemos traduzir de muitas formas a nossa resposta a Jesus,
como um serviço às pessoas, aos grupos, à transformação da sociedade. Dizemos
então: Jesus, eu também vim para servir! Venho para ajudar quem
precisa, venho para ensinar e aprender, venho para evangelizar, venho para
construir comunidade, venho para denunciar as injustiças, venho para animar os
tristes, venho para trazer uma palavra de esperança, venho para ouvir e
acolher, venho para louvar pelas maravilhas que o Senhor realiza no meio de
nós.
A
vida cristã é um constante movimento de ir e vir, como discípulo/a e
missionário/a de Jesus e de seu Reino. E Maria está conosco sempre, como
servidora, mãe, exemplo e companheira do caminho!
Afonso Murad - Publicado
na Revista de Aparecida
sábado, 21 de novembro de 2015
quinta-feira, 19 de novembro de 2015
Pais digitais com filhos superconectados
Pais digitais com filhos superconectados. O desafio é a qualidade das relações
O que significa
ser um pai na era digital? A resposta requer muito mais do que uma
mera reflexão superficial, porque entre os chamados "nativos digitais"
encontra-se a geração dos "milennials", ou seja, aqueles que nasceram
entre 1980 e 2000, muitos dos quais estão começando a ter ou têm os seus
primeiros filhos.
E, precisamente,
os "milennials" são aqueles que estão na capa da revista Time de outubro
de 2015 com um artigo cujo título é pouco inspirador: “Socorro, os meus pais
são milennials".
O artigo começa
mostrando os novos hábitos alimentares dessa nova geração de pais (veganos ou
vegetarianos) e descrevendo sua característica principal: são pessoas que
cresceram com smartphones e conectados nas redes sociais: sua vida é
documentada com fotos no Instagram, pensamentos em blogs e comentários no
Facebook.
Essa mentalidade
'digital' na qual a autoridade é determinada pela popularidade mensurável em
"curtidas" ou número de "seguidores" passa depois, também,
para o ambiente familiar: os filhos podem ir aonde quiserem porque o lar é uma
mini democracia ou, o que é o mesmo, uma “autoridade consensual". A
permissividade é quase, quase, uma lei de relações intrafamiliares.
Uma pesquisa
feita pela Survey Monkey revelava que pelo menos 46% dos pais milennials postou
fotos de seus filhos, até mesmo quando estes só se encontravam no útero materno
ou antes de que o seu filho fizesse um ano. De acordo com a
mesma pesquisa, alguns pais gostam de ver outros pais milennials cuidando dos
seus filhos. “A maioria dos pais joga, consciente ou inconscientemente, com o
custo-benefício de estar nas redes sociais", diz Sarita Schoenebeck,
professora da Universidade de Michigan, que realizou um estudo sobre o uso do
Facebook por parte de mães milennials. Entre as suas conclusões está o fato de
que para a maioria das pessoas os benefícios de estar na mídia supera qualquer
crítica no campo da educação dos filhos.
Para muitos pais
milennials o modo de superar problemas sobre a sua tarefa como pais é
precisamente as redes sociais: os seus amigos são os “especialistas” e as mães
que não sabem o que fazer com os seus bebês se refugiam nos conselhos obtidos
por meio dos grupos de Facebook ou WhatsApp. De acordo com
TIME, isso acontece até com o 58% dos pais milennials. É evidente que não fazem
o que o seus pais fizeram com eles: perguntar para verdadeiros especialistas.
Mas não é só
nesse campo onde se nota a quebra da geração de pais milennials com as gerações
anteriores: na maioria dos casos os milennials já não enviam os seus filhos
para aulas de tênis, piano ou arte. A empresa Future Cast publicou em 2013
um informe sobre hábitos e atitudes de milennials: 61% deles disseram que os
filhos precisam jogar de uma forma não estruturada. Isso, na prática, se
reflete em algo tão simples como que as decisões sobre o que fazem ou não os
filhos já não vêm dos pais, mas das pesquisas que os pais fazem aos seus
filhos. TIME sugere que por trás disso é possível ter um forte individualismo e
a ideia de competitividade como um dos valores mais altos sob o slogan
"seja você mesmo".
É verdade que
também os pais milennials reconhecem que é preciso fazer malabarismos para ter
a atenção das crianças hoje. Mas pelo menos eles têm a intenção de
testar, pois os milennials são de mente aberta e pessoas que procuram a
empatia; tendem a ser excessivamente otimistas, acreditam no progresso e, acima
de tudo, confiam no Google. De fato, junto com as redes sociais o seu principal
conselheiro é o famoso motor de busca.
É, pois, evidente que as famílias
digitais são famílias conectadas e comunicadas mas, a qualidade das relações e
a facilidade das conexões não estão mudando o modo como as relações familiares
são vividas e experimentadas? A resposta a esta pergunta, de não pouco valor,
poderá vista com mais nitidez nos próximos anos.
Jorge Enrique Mujica - Fonte Blog Instituto Santa Família
terça-feira, 17 de novembro de 2015
PV-SAV do regional Leste 2 realiza 36ª Assembleia Anual
A Pastoral Vocacional (PV) e o Serviço de Animação
Vocacional (SAV) do regional Leste 2 realizaram a 36ª Assembleia Anual. O
encontro, que foi eletivo, ocorreu em Belo Horizonte (MG), entre os dias 6 a 8
de novembro, com o tema "Metodologia e Planejamento da PV/SAV
Paroquial" .
Foram eleitos durante a Assembleia coordenadores
de suas respectivas províncias os padres: Hélio de Oliveira Filho (Belo
Horizonte); Gilmar (Diamantina); Rodrigo de Carvalho Silva (Juiz de Fora);
Elinei Eustáquio Gomes (Mariana); George (Montes Claros) e Guilherme Stort
(Uberaba). As províncias de Pouso Alegre e Vitória definirão seus
representantes posteriormente.
Em relação à coordenação geral da PV-SAV, o padre
Eliseu Donisete de Paiva Gomes, da arquidiocese de Mariana, foi reconduzido ao
cargo.
O novo presidente da Comissão Episcopal Pastoral para o
Ministério Ordenados e a Vida Consagrada do regional Leste 2 da Conferência
Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), dom José Aristeu, esteve presente na
Assembleia.
PV/SAV Paroquial
A 36ª Assembleia Anual do regional Leste 2 foi
assessorada pelo padre Geraldo Tadeu, do Centro Rogate do Brasil. O
evento reuniu cerca de 70 pessoas de 25 arqui(dioceses) entre bispos,
padres, religiosos, seminaristas e leigos.
Ao abordar o tema, padre Geraldo Tadeu apontou os objetivos
inegociáveis de uma equipe vocacional paroquial: despertar a cultura
vocacional; cultivar e acompanhar todos(as) vocacionados(as); possibilitar
clima de catequese vocacional permanente; integrar toda a comunidade,
ressaltando-se as pastorais afins; conscientizar o povo sobre as vocações em
uma Igreja toda ministerial; promover a oração pelas vocações; encaminhar
os(as) vocacionados(as) à coordenação diocesana e aos institutos religiosos.
Disse, ainda, ser preciso construir uma nova proposta de
evangelização, que adote uma metodologia partilhada, organização, planejamento
e gestão eclesial. Para tanto, sugeriu os seguintes passos: análise da
realidade; iluminação com reflexão teológico-pastoral; elaboração do
diagnóstico; estabelecimento de prioridades e indicações para a ação; descrição
do projeto; organização e estruturação e avaliação.
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