domingo, 15 de abril de 2012
sábado, 14 de abril de 2012
Regional Sul realiza Pré-Congresso Missionário

Neste sábado, 14, o Conselho Missionário Regional (Comire Sul 1 - São Paulo) realiza o seu Pré-Congresso Missionário Regional, na sede da Obra dos Cenáculos Missionários (OCM) no Alto da Lapa (SP).
O encontro conta com a participação dos coordenadores e/ou representantes dos Conselhos Missionários das dioceses (Comidis) do estado de São Paulo e tem por objetivo prepará-los para o 3º Congresso Missionário Nacional (3º CMN) que acontecerá em Palmas (TO), entre os dias 12 e 15 de julho próximo.
A assessoria do Pré-Congresso fica por conta do teólogo padre Paulo Suess, autor de uma das reflexões do Instrumento de Trabalho do 3º CMN: “Discipulado missionário do Brasil para o mundo à luz do Vaticano II e do magistério latino-americano”, que também é tema de sua conferência no Pré-Congresso de São Paulo. O teólogo é também autor de vários livros missionários, entre eles, o último lançado recentemente “Impulsos e Intervenções – Atualidade da Missão”, publicado pela Editora Paulus, em parceria com as Pontifícias Obras Missionárias (POM).
Fonte: site cnbb.org.br
sexta-feira, 13 de abril de 2012
Alexis Carrel
Alexis Carrel (1873-1944) é um daqueles raros personagens que enriqueceram o mundo em vários campos. Nascido em Saint-Foy-lés-lion, na França, foi cirurgião, biólogo, sociólogo e escritor. Graduou-se em medicina pela universidade de Lion em 1900. Entre 1901 e 1902, desenvolveu o método de sutura de vasos sanguíneos. Em 1905, emigrou para os EUA, onde fez transplantes renais em animais e pesquisou técnicas de conservação extracorpórea de tecidos em culturas de laboratório. Recebeu o Prêmio Nobel de Medicina e Fisiologia, em 1912, em vista das pesquisas em microcirurgia vascular. Durante a I Guerra Mundial atuou como médico voluntário no exército francês, tratando ferimentos em soldados com um antisséptico (fluído Carrel-Dakin), descoberto por ele e pelo químico inglês Hensry D. Dakin. Em 1936, desenvolveu um protótipo de coração artificial. Como sociólogo, escreveu, em 1935, o livro "O Homem, esse desconhecido". Retornou definitivamente à Franca em 1938. O seu livro "Reflexões sobre a conduta da vida" só foi editado após a morte, ocorrida em Paris, em 1944.
Conversão
Alexis Carrel tornou-se descrente na juventude e cresceu respirando o positivismo materialista. Formou-se em medicina com a fama de ser irascível e orgulhoso. Aos poucos, durante suas pesquisas, continuava cético em relação à fé cristã, mas não deixava de se preocupar com a "busca sincera e sequiosa da verdade". Ele a encontrou ao receber, num dia de 1902, em Lyon, o convite de um amigo médico para que acompanhasse uma paciente, com pertonite tuberculusoa em estágio terminal e desenganada pela medicina, até a cidade de Lourdes. E lá se foi Carrel, convencido que a jovem paciente, Marie Bailly, morreria em trânsito. Em meio a gemidos, a jovem chegou a Lourdes, mas precisou de socorro médico urgente, pois queimava em febre e vomitava sem parar. Não lhe permitiram acompanhar outros enfermos à piscina, ao lado da gruta. Em cadeira de rodas, aspergiram por três vezes a água sobre seu ventre inchado e coberto com uma manta. Atrás da cadeira, o cético Carrel murmurava: "Se acontecer um milagre, eu me converto". Após a terceira aspersão, a febre cedeu, o ventre se desinchou e Marie levantou-se. Foi consultada por uma equipe médica e ouviu o diagnóstico: estava curada. Perplexo, Alex Carrel iniciou aí o seu lento processo de conversão, que o acompanhou durante toda a sua vida de cientista. Mais tarde, escreveu que "a religião traz ao homem uma força interior, a luz espiritual e um inefável estado de paz". Marie Bailly morreria com a idade de 58 anos.
Entre muitas lições do grande biólogo, vamos conhecer esta: "Um grande artista, um grande cientista, um grande filósofo é geralmente um homem comum em que uma função se hipertrofiou. (...) A sua desarmonia gera o processo de
terça-feira, 10 de abril de 2012
domingo, 8 de abril de 2012
O olhar fixo em Jesus
| Foto: arquivo Apostolinas |
No começo tinha sido João a fixar o olhar em Jesus; agora é o Mestre que o fixa em Pedro. A vocação é todo um jogo de olhares, de percepções cruzadas, de entendimentos secretos, de olhos que procuram e se comunicam, às vezes desafiando-se e confrontando-se. Vocação significa olhar fixo a uma realidade específica, que é aquele mistério no qual estão escondidas todas as identidades humanas: o mistério do Filho, à imagem do qual todos fomos criados, e da sua Páscoa de morte e ressurreição, na qual fomos redimidos. E, ao mesmo tempo, vocação significa sentir sobre si o olhar fixo do Pai, que em cada ser humano procura por seu Filho, numa imagem sempre nova, inédita, original, única e que não pode se repetir... É um olhar criativo e amoroso, que alcança a pessoa humana onde ela estiver; mas é também um olhar livre e libertador; que pode ser evitado ou ignorado, assim como conseguiu fazer o jovem rico, que nem o acolheu, ficando depois triste; como aquela pessoa que não percebe olhar algum sobre si.
Eis o que é uma vocação crista: um novo nascimento, ou o verdadeiro nascimento, com nome e identidade novos, que somente Deus pode revelar. Tudo isso não pode ser entendido como uma automática dedução de simples considerações a respeito dos próprios gostos e tendências, ou capacidades e talentos, acrescentando discretas pressões da parte do ambiente e o conforto com testes psicológicos. O crente sabe identificar-se somente em Deus e na sua fantasia.
Então crer significa acolher o nome pronunciado por Deus, que vai além daquilo que se acredita saber si. Ser chamado quer dizer acreditar que dentro deste nome está presente todo o amor de Deus pela pessoa
Amadeo Cencini – Revista Rogate março 2012
sexta-feira, 6 de abril de 2012
Oração a Senhora das Dores pelos filhos
| Foto: arquivo Apostolinas |
Virgem Mãe das mães, Senhora das dores,
rogai por mim que também sou mãe,
e tenho nos braços uma parcela de vida
que ofereço a ti e ao mundo.
que ofereço a ti e ao mundo.
Senhora, eu sei que meu filho não me pertence,
Foi presente de Deus, graça divina.
Sei que também que não poderei tê-la
sempre sob meus cuidados,
sempre sob meus cuidados,
Pois, a vida lhe pertence, e é de seu direito vivê-la.
Senhora, que conhece todas as ciladas do mundo,
Protege meu filho, livra-o de todo perigo.
Suaviza minha dor de angústia, de incerteza em relação
Ao futuro de meu fruto, suaviza essa espada
que fere minha alma,
que fere minha alma,
Espada de insegurança.
Tu, Senhora sabes do que falo, sabes porque
Também provaste deste mesmo cálice.
Se meu filho permanecer ao teu lado,
Tendo tua proteção, sei que posso ficar tranquila:
Por isso quero consagra-lo a ti.
Senhora, meu filho é teu filho, olha e vela por ele,
Como fizeste com Jesus. Amém
quinta-feira, 5 de abril de 2012
Tríduo Pascal
| Foto: Arquivo Apostolinas |
A Igreja inicia, hoje, o Tríduo Pascal da Paixão e Ressurreição do Senhor. “Como da sua fonte de luz, o tempo novo da Ressurreição enche o ano litúrgico com sua claridade”. Pois “Cristo realizou a obra da redenção humana e da perfeita glorificação de Deus pelo seu mistério pascal, quando morrendo destruiu a nossa morte e ressuscitando renovou a vida” (Guia litúrgico pastoral, p.11).
No Tríduo Pascal, fazemos memória da Páscoa de Jesus em três momentos: hoje a Páscoa da ceia; amanhã, sexta-feira santa, recordamos a Páscoa da paixão; na Vigília Pascal e no domingo de Páscoa, celebramos a Páscoa da Ressurreição. A celebração pascal compreende, portanto, os dias do “tríduo de Cristo crucificado, sepultado e ressuscitado” (Sto Agostinho. Ep. 54,14), iniciando-se a celebração na tarde da Quinta-feira Santa. Assim, se a missa da Ceia do Senhor é o prelúdio, a culminância é a vigília pascal, “a mãe de todas as santas vigílias” (Sto Agostinho. Sermão 219). Celebrar a Páscoa de Jesus é celebrar a vida nova que ele nos dá e que já está ao nosso alcance, aliás, está em nossas mãos.
A celebração vespertina desta quinta-feira recorda a “instituição da Eucaristia, verdadeiro sacrifício vespertino”. Tomando parte da Ceia Eucarística, rendemos graças ao Pai pelo amor feito entrega de seu Filho Jesus, que nos libertou da escravidão. Diferentemente de Pedro aceitemos o serviço de Jesus de nos lavar os pés e assim compreenderemos que “prova de amor maior não há que doar a vida pelos irmãos”.
Fonte: Roteiros homiléticos para o tríduo pascal e tempo pascal
Assinar:
Postagens (Atom)

