quarta-feira, 23 de junho de 2010
sábado, 19 de junho de 2010
Curso para animadores vocacionais
Estão abertas as inscrições para o curso "Itinerário Vocacional na perspectiva do 3º Congresso Vocacional do Brasil", marcado para o dia 26 de junho de 2010, na sede do Instituto de Pastoral Vocacional (IPV), em São Paulo (SP). O curso vai das 8 às 17 horas e terá a assessoria da religiosa Filha de Nossa Senhora da Misericórdia, Ir. Maria da Cruz da Silva Santos, Psicóloga e atual diretora-presidente do IPV. Inscrições e informações: http://www.ipv.org.br/
Fonte - Revista Rogate
Fonte - Revista Rogate
quarta-feira, 16 de junho de 2010
Rezando com São Paulo pelas vocações
olhai com amor para a nossa Pátria!
Vosso coração dilatou-se para acolher a todos com a luz do Evangelho e a estabelecer no mundo o Reino de amor.
Suscitai vocações, confortai os que anunciam o Evangelho, preparai as pessoas para que acolham o Cristo, divino Mestre.
Que o nosso povo encontre e reconheça sempre a Cristo, como Caminho, a Verdade e a Vida; busque o Reino de Deus e trabalhe em sua realização, para que a sua luz resplandeça diante do mundo, iluminai, animai e abençoai a todos!
Amém.
Esta oração foi composta pelo pe. Tiago Alberione durante sua visita ao Brasil, em 1946
domingo, 13 de junho de 2010
Quem são as Apostolinas?
“Vós sois como canais, o canal leva a água. A vocação parte de Deus, passa pos vós, que sois os canais, e chega às pessoas”
pe. Alberione
pe. Alberione
O nascer de uma vida ou uma congregação religiosa, sempre acontece pela ação do Espírito. Os primeiros sinais e passos para a fundação, no seio da Igreja, de uma nova congregação surgiram do caráter atento de pe. Tiago Alberione em perceber as necessidades e preocupações frente à realidade a qual toda Igreja e a sociedade estavam passando. Mas, também de sua capacidade em saber interpretar o falar de Deus por meio do Espírito. Nesse período, final da década de 1950, a Igreja estava passando por um período de transformações. Era muito forte o pipocar de novas reflexões e práticas pastorais que desembocariam no Concílio Vaticano II, mas também começava um grande período de crise vocacional, seja no tocante as pessoas como também de uma prática e reflexão vocacional. O mundo, como um todo, passava por rápidas transformações sociais, econômicas, tecnológicas, culturais e midiáticas.
Mas o olhar preocupado desse homem repousava, sobretudo, nos jovens. Como ele mesmo dizia: “O problema do futuro é o problema de todo jovem...”, por isso, é “preciso fazer compreender aos jovens que, se é importante saber escolher e adivinhar bem a própria carreira, a própria tarefa, é muito mais importante a escolha do próprio estado de vida”, ou seja, a própria vocação.
A partir de tudo isso, compreende-se a ação do Espírito para que houvesse na Igreja, pessoas que doassem a vida pelas vocações: “trabalhar pelas vocações é servir a Igreja”. Irmãs que cuidassem e acompanhassem os jovens no caminho de descoberta vocacional; que questionasse todo o povo de Deus, mas, sobretudo, os jovens sobre o sentido da vida e sobre quem realmente dá sentido a nossa vida e opção cristã.
Assim, honrando a Maria como Rainha dos Apóstolos, nasceu em 08 de setembro de 1959, por obra do Espírito Santo e desejo incansável de padre Alberione, o Instituto Nossa Senhora Rainha dos Apóstolos para as vocações, mais conhecido como Irmãs Apostolinas. Mulheres interpeladas a viverem seu seguimento a Jesus Mestre, Caminho, Verdade e Vida em comunidade, vivenciando e testemunho os conselhos evangélicos de pobreza, castidade e obediência, através do anúncio da Boa Nova da Vocação.
A Apostolina além de viver intensamente a vida e a própria vocação é chamada a: inspirar, espirar, espalhar e transmitir vocação; exalar o perfume da vocação e ter como mandamento consumir a vida pelas vocações.
Qual é a missão?
A missão vocacional confiada às Apostolinas é uma missão especial e diferente. Diferente porque, se em todas as congregações e institutos religiosos há uma preocupação com as vocações, a missão das Apostolinas é trabalhar e doar a vida por todas as vocações. Como Jesus Mestre devem ter “um coração grande, que chama a todos, deseja, quer e pede vocações para todos os apostolados”.
Jesus é o paradigma de animador vocacional e por isso, a fonte de onde brota tal missão. Pois, com seu jeito de animador itinerante, olha e pergunta: “O que vocês estão procurando?”; convida a caminhar com Ele e fazer nossa sua experiência de vida. (cf Jo 1,38-39).
A Apostolina é chamada a viver e deixar-se consumir pelas vocações. É uma mulher chamada a nunca ficar em paz enquanto for necessário ecoar o chamado de Deus a estar com Ele e ser enviado a tantas realidades e pessoas. São chamadas a serem como um canal por onde a água da vocação não cessa de correr e, de forma particular a água da vocação religiosa e presbiteral
Na vivência de sua missão as Apostolinas buscam: despertar nas pessoas, sobretudo nos jovens, o chamado de Jesus; ajudar no momento da busca vocacional, suscitar e promover todas as vocações, para todas as necessidades da Igreja; formar uma profunda consciência vocacional, para que todos os cristãos trabalhem em favor de todas as vocações; incentivar os chamados a serem fiéis à sua vocação.
Como vivem essa missão?
Como vivem essa missão?
Na simplicidade, na fraternidade e na oração, realizam sua missão por meio da orientação vocacional pessoal e por correspondência; desenvolvem encontros, retiros e semanas vocacionais; trabalham na formação de agentes e animadores vocacionais por meio de assessorias vocacionais e participação em equipes do SAV (Serviço de Animação Vocacional); promovem uma catequese vocacional por meio da exposição vocacional “Sim, mas para onde” e de uma Livraria e Centro Vocacional.
A primeira e fundamental atitude na vivência dessa missão é ter muito amor: “ninguém tem amor maior do que aquele que dá sua vida pelos amigos” (Jo 15,13). No dizer de pe. Alberione: a “Pastoral Vocacional é tudo amor”. A partir disto, as Apostolinas podem dizer: não há maior amor do que doar a vida pelas vocações.
Este doar a vida pelas vocações só acontece quando, no dizer de Alberione, nos “enxertamos como oliveiras selvagens na oliveira vital Cristo-Eucaristia” e aprendemos D’Ele, Jesus Mestre, Caminho, Verdade e Vida, como anunciar e acompanhar as vocações. Neste itinerário espiritual-apostólico deve-se confiar a missão à Maria Mãe, Mestra Rainha dos Apóstolos e, no cuidado com as vocações ter sempre como modelo o apóstolo Paulo.
"Para que todos entendam o apelo de Cristo: ‘A colheita é grande, mas os operários são poucos. Pedi pois, ao Senhor que envie operários para a ceifa’”.
ir. Lucivânia Conceição Oliveira, ap
quarta-feira, 9 de junho de 2010
17º Simpósio do Instituto de Pastoral Vocacional
Entre os dias 04 a 06 de junho, no Centro Teresiano de Espiritualidade, aconteceu o 17º Simpósio do Instituto de Pastoral Vocacional (IPV) que contou com a participação de 40 pessoas das várias Congregações membros do Instituto (Apostolinas, Vocacionistas, Filhas do Coração Sacerdotal de Jesus, Congregação de Jesus Sacerdote, Filhas do Divino Zelo, Rogacionistas, Filhas da Misericórdia, Operários Diocesanos).
Durante o Simpósio os participantes puderam estudar e aprofundar a temática do 2º Congresso Vocacional Latino Americano que acontecerá de 31 de janeiro a 05 de fevereiro de 2011 na cidade de Cartago (Costa Rica) com o tema: "Chamados a lançar as redes para alcançar vida plena em Cristo", e o lema: "Mestre, em teu nome lançarei as redes" (cf. Lc 5,5).
A proposta deste novo Congresso Vocacional é:
- examinar a consciência que os batizados têm da cultura vocacional;
- refletir o projeto do Pai ao ser humano nas circunstâncias atuais;
- Apresentar a vocação batismal como eixo transversal de toda ação pastoral da Igreja;
- elaborar pistas concretas da dimensão evangelizadora da animação vocacional para a Missão Continental;
- marcar critérios para processos de itinerários vocacionais que respondam às circunstâncias atuais.
A assessoria do Simpósio ficou por conta do Pe. Ricardo Morales (Padres Operários Diocesanos), que colaborou na elaboração do Documento de Trabalho.
domingo, 6 de junho de 2010
“Agora Sim”, uma vida pelas vocações
Cecília Andorno foi uma verdadeira buscadora apaixonada do eterno, uma contemplativa do Amor que soube transformar a vida em compromisso concreto com a realidade a ponto de doar/consumir a vida pelas vocações.Nasceu em Turim em 22 de abril de 1942. Desde jovem cultivava o desejo de ser religiosa e seu discernimento vocacional era claro para a vida monástica sacramentina mas, um encontro com pe. Tiago Alberione no início da década de 1960 revirou completamente sua vida ao lhe dizer: “não, você será uma Apostolina”.
Pe. Silvio Pignotti, ex-superior geral dos padres paulinos, recorda-se que em certa circunstância ela própria lhe contou, “quase rindo, seus primeiros encontros com pe. Alberione e suas teimosias em seguir-lhe os conselhos na questão vocacional, considerando que sua consagração religiosa, já naquela altura amadurecida, deveria seguir em direção contrária aquela que ele sugeria.
Mas, uma vez amadurecida a escolha pelas Apostolinas, se colocou sem reservas para assumir o espírito e o carisma da jovem congregação, nutrindo um vivo reconhecimento para com o Fundador”. E foi assim, que aos 21 anos, em 7 de outubro de 1963 entrou na congregação e em 8 de dezembro de 1966 fazia sua primeira profissão religiosa doando sua vida pelas vocações.
Fazer memória de pessoas como ir. Cecília é como acender pequenas luzes em meio a penumbra de um contexto marcado pela busca de santidade, de pessoas que tiveram e têm a coragem de pautar sua existência por uma mística centrada em Deus.
A santidade impulsiona a pessoa para a ação, mas, um agir norteado pela Palavra de Deus. Dom Ercílio Turco então bispo em Limeira, diocese onde ela atuou por mais de um ano, mesmo morando na cidade de São Paulo, atesta: “Irmã Cecília passou entre nós fazendo o bem aos jovens e adultos de nossas comunidades. Com sua calma e serenidade ajudava a todos a discernir a voz de Deus e a dar reposta à vocação. A presença de irmã Cecília foi entre nós um sinal da presença de Jesus nas celebrações das comunidades, nos encontros de vocacionados (as), nas reuniões de agentes da pastoral vocacional, nos contatos com candidatos ao seminário e seminaristas. Igualmente ouviu muitas jovens que desejavam refletir sobre a vida religiosa. Foi uma presença abençoada para todos. Olhava sempre o futuro com muita confiança e esperança fazendo descobrir o sentido da vida no encontro com Cristo, através da Palavra de Deus e da pessoa dos irmãos”.
A marca de uma pessoa que trilha os caminhos da santidade é a felicidade transparente, contagiosa e verdadeira, de quem realmente fez a experiência do encontro com Aquele que é o totalmente Outro. Irmã Elide Pulita, paulina brasileira, afirma que foi “testemunha da profunda alegria vocacional que envolvia todo o ser da irmã (Cecília), seu horizonte e olhar grande, sua capacidade de sofrer e de respeitar a pessoa do outro. Particularmente notável seu espírito de fé e de oração, seu amor à Congregação das Apostolinas e à Família Paulina, sua contínua atitude de gratidão”.
Após uma longa e diversificada experiência religiosa e pastoral na Itália, em 13 de janeiro de 1985 juntamente com ir. Teresa Boschetto dá início a uma nova fundação na cidade de São Paulo, a primeira fora da Itália. Em 1997 é eleita superiora geral, devendo assim retornar à Itália. Mas este retorno foi lido e acolhido por ela como obediência à vontade de Deus.
Em 1998 retornou ao Brasil por ocasião da profissão perpétua de ir. Clotilde e, nesta ocasião, se manifestaram os primeiros sinais de sua doença. Tempos mais tarde se viria a saber que era uma forma de tumor celebral dos mais vorazes, deixando pouco ou quase nada a se fazer.
Também isso foi lido por ela como sinal de Deus: “Não foi por acaso que essa doença se manifestou no Brasil, é pela nossa comunidade, pelas vocações que devem chegar, por aquele povo, pela Família Paulina de lá... deve ser alguma coisa grande e, aquilo que é grande tem um preço a ser pago”. À ir. Franca Larratore, hoje superiora geral das Apostolinas, dizia: “Sabe, não consigo me chatear com Deus diante das coisas que coloca à minha frente. Pois, quando digo: seja feita a sua vontade, eu me coloco em suas mãos dizendo a Ele que faça de mim aquilo que deseja. Como posso dar para trás depois?”. Uma de suas últimas frases antes de entrar num silêncio quase completo foi: “As coisas não nos pertençem. É necessário deixar as bobagens de lado e fazer verdadeiramente aquilo que o Senhor quer. [...] Não tenho preocupações: nós somos todas de Deus e em suas mãos”.
Ir. Giuseppina Alberghina, ex-superiora geral das Irmãs Pastorinhas, recorda-se que “quando ela me comunicou o diagnóstico de sua doença, o fez com serenidade e profunda paz, que me surpreenderam. Viveu esse anúncio como uma nova vocação na vocação. [...] Considero ir. Cecilia um sinal luminoso da santidade típica da vida religiosa apostólica: uma contemplativa na ação, uma apóstola no diálogo contínuo com seu Mestre e Senhor, uma irmã companheira de caminho rumo ao Reino, uma verdadeira filha de Alberione”.
Seus últimos dias foram marcados pelo silêncio quebrado apenas por algumas palavras que permanecem como testamento vocacional e espiritual para nós hoje: “É o Senhor”, “Altíssimo”, “Agora sim!”, “Nossa Senhora Aparecida”.
Irmã Cecília faleceu no dia 06 de junho de 1999 e como escreveu Dom Franco Masserdotti ela foi uma verdadeira santa de família: “Verdadeiramente sinto Cecília próxima como uma irmã de caminhada com sua humanidade doce e atenta, sua paixão pela pastoral vocacional, sua capacidade de contemplar o Senhor na oração, nas pessoas, nas coisas, nas situações. É um grande exemplo de doação generosa à missão, é uma santa de família que do céu intercede por nós”.
ir. Clotilde Prates de Azevedo, ap
ir. Clotilde Prates de Azevedo, ap
quinta-feira, 3 de junho de 2010
Dez mandamentos da Equipe Vocacional Paroquial
É um serviço para construção do Reino e não um simples movimento
É uma dimensão da Pastoral de conjunto e não uma pastoral facultativa, dispensável
É responsabilidade de toda a comunidade cristã e não uma área isolada da pastoral
É promotora da ação vocacional em toda a comunidade e não um grupo que trabalha sozinho
É integradora das pastorais e não uma associação religiosa
É geradora de ministérios e agentes de pastoral na comunidade e não um grupo que só vive
apenas para promover campanhas financeiras para o seminário
É um grupo de apoio à ação profético-evangelizadora dos ministérios e não iniciativa de entusiastas
É força para as vocações e ministérios e não um aspecto secundário da pastoral diocesana
É um grupo de pessoas que trabalham espiritual, formativa e materialmente pelas vocações e ministérios
É preocupada com todas as vocações e não limitada só as vocações consagradas e ao ministério ordenado.
É uma dimensão da Pastoral de conjunto e não uma pastoral facultativa, dispensável
É responsabilidade de toda a comunidade cristã e não uma área isolada da pastoral
É promotora da ação vocacional em toda a comunidade e não um grupo que trabalha sozinho
É integradora das pastorais e não uma associação religiosa
É geradora de ministérios e agentes de pastoral na comunidade e não um grupo que só vive
apenas para promover campanhas financeiras para o seminário
É um grupo de apoio à ação profético-evangelizadora dos ministérios e não iniciativa de entusiastas
É força para as vocações e ministérios e não um aspecto secundário da pastoral diocesana
É um grupo de pessoas que trabalham espiritual, formativa e materialmente pelas vocações e ministérios
É preocupada com todas as vocações e não limitada só as vocações consagradas e ao ministério ordenado.
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