segunda-feira, 24 de janeiro de 2011
sábado, 22 de janeiro de 2011
É o momento Senhor
É o momento Senhor, de orientar a minha vida,
É a hora de dar um sentido a minha existência;
Estou a ponto de descobrir novos caminhos.
Estou Senhor, ante você, aberto/a como a praia ao mar,
Estou na procura de tuas pegadas,
Quero deixar atrás os meus caminhos
e entrar nos teus caminhos.
Aqui estou Senhor,
Como Maria quando era jovem e te digo:
“Eis a serva do Senhor,
Que se faça em mim segundo a tua palavra...”.
Estou com um coração disponível e te digo:
quero fazer a tua vontade.
Senhor que você quer de mim?
Qual é o teu projeto para minha vida?
Por onde você quer que eu caminhe?
Como me comprometer e ser fiel?
Quero Senhor, te escutar e te dar uma resposta.
Quero Senhor, deixar tudo, ficar livre para te seguir.
Quero arriscar meu caminho com o teu, deixar meus medos,
dar abertura a minha fé jovem.
Quero Senhor ser fiel ao teu projeto.
Você me olhou primeiro, e você me quer servidor/a de teu Reino.
Tu és a força por meio do teu Espírito,
Eu sei que é possível realizar o teu projeto e ser feliz.
Senhor, quero fazer de tua Pessoa e teu Evangelho,
Projeto de vida que dê sentido a minha existência.
Aqui estou para fazer a tua vontade.
É a hora de dar um sentido a minha existência;
Estou a ponto de descobrir novos caminhos.
Estou Senhor, ante você, aberto/a como a praia ao mar,
Estou na procura de tuas pegadas,
Quero deixar atrás os meus caminhos
e entrar nos teus caminhos.
Aqui estou Senhor,
Como Maria quando era jovem e te digo:
“Eis a serva do Senhor,
Que se faça em mim segundo a tua palavra...”.
Estou com um coração disponível e te digo:
quero fazer a tua vontade.
Senhor que você quer de mim?
Qual é o teu projeto para minha vida?
Por onde você quer que eu caminhe?
Como me comprometer e ser fiel?
Quero Senhor, te escutar e te dar uma resposta.
Quero Senhor, deixar tudo, ficar livre para te seguir.
Quero arriscar meu caminho com o teu, deixar meus medos,
dar abertura a minha fé jovem.
Quero Senhor ser fiel ao teu projeto.
Você me olhou primeiro, e você me quer servidor/a de teu Reino.
Tu és a força por meio do teu Espírito,
Eu sei que é possível realizar o teu projeto e ser feliz.
Senhor, quero fazer de tua Pessoa e teu Evangelho,
Projeto de vida que dê sentido a minha existência.
Aqui estou para fazer a tua vontade.
quinta-feira, 20 de janeiro de 2011
Escola de preparação para animadores vocacionais - ESPAV
Acontece no Centro Missionário José Allamano, Zona Norte de São Paulo, entre os dias 9 e 22 de janeiro, a Escola de Preparação para Animadores Vocacionais (ESPAV). Orientada pelo Instituto de Pastoral Vocacional (IPV) a Escola tem como objetivo preparar homens e mulheres comprometidos pastoralmente com a animação vocacional em toda a Igreja do Brasil.Os conteúdos ministrados estão organizados em quatro módulos distintos formando um programa unitário e coerente de pastoral: 1º Antropologia da Vocação; 2º Teologia e Eclesiologia da Vocação; 3º Itinerário Vocacional; e 4º Planejamento e Metodologia do Serviço de Animação Vocacional (SAV).
Os temas são abordados com uma metodologia teórico-prática o que permite uma maior partilha e interação entre os participantes que trazem suas experiências. Segundo os organizadores, a Escola capacita para melhorar o Serviço de Animação Vocacional respondendo às exigências atuais.
Este ano participam 95 pessoas provenientes de diversas dioceses, congregações religiosas e associações laicais.
Equipe de Coordenação e Assessoria IPV
Trabalho e oração
Certo dia, ele conduzia para a outra margem do rio um desses jovens que não rezava mais e tinha abandonado suas práticas religiosas. Ao ver a palavra oração num dos remos, falou ao velho, em tom de ironia.
- Você ainda é dos tempos antigos! Para que rezar? Não basta trabalhar? Eu não perco mais tempo com rezas.
O barqueiro nada respondeu e, como única resposta, parou de movimentar o remo onde estava escrito a palavra oração, movimentando somente o outro, onde se lia a palavra trabalho.
Logo apareceu o resultado: o barco começou a girar em torno de si mesmo. Não seguia para a frente, a fim de atingir a outra margem do rio.
Assim o jovem percebeu que, para chegar ao outro lado, era necessário manejar os dois remos.
terça-feira, 18 de janeiro de 2011
domingo, 16 de janeiro de 2011
A vida humana como peregrinação
Qual o sentido desta nossa peregrinação? O segredo da felicidade humana está na experiência exultante de se sentir amado, gratuita e infinitamente, pelo nosso Criador. Um sentido de presença amorosa e mística faz a pessoa livre, feliz, esperançosa e solidária. Benditos sejam os mestres humildes que, na volta dos caminhos da vida, nos fazem acessível á essa lição elementar de sabedoria. Posso mencionar muitos nomes. Cito aqui dona Magda, camponesa que, nos seus 74 anos, percorria léguas toda Semana Santa para participar das celebrações no interior de Minas. Conversando com ela, perguntei admirado:
- Dona Magda, a senhora parece que vive pensando em Deus o dia todo!- Mas é claro, seu padre! Só não penso em Deus quando estou dormindo. Ao levantar, coloco os meus pés no chão, e faço esta oração: Meu Deus, faz que todos os meus passos no dia de hoje sejam dados no seguimento de Jesus!
Todo dia lembro desta bela oração. Dona Magda é um modelo de peregrina. Pés curtidos, pele calejada e queimada pelo sol, chinelos, léguas, pobreza, liberdade, amor e uma fé que transporta montanhas! Confesso: sinto inveja de pessoas assim.
Faz bem pensar, de vez em quando, no humilde e luminoso início do nosso existir. Sentir a admiração de sermos um milagre da criação divina. Imagina! Passar do nada para o ser! Há maravilha maior? Um ser tão rico que é chamado a peregrinar para a eternidade em relação com tanta coisa, pessoa e o próprio Deus trino.
A criação toda é um tu em constatne relação com o eu que somos cada um de nós. Alguém único e ao mesmo tempo parte de um todo. Somos parte do grande corpo da Criação. [...] Como é bonito refletir e saborear toda esta vocação à fraternidade e à comunicação.
Ao captarmos a vida como um dom, cresce em nós a confiança em Deus. A confiança dá a medida do nosso amor. Confiança que desvanece os medos e aviva a coragem para prosseguir a caminhada. Quem contempla o Deus presente a cada passo da nossa vida aprende a saborear o seu amor ao partilhá-lo com as outras criaturas. Tanta alegria e tantas maravilhas não podem ser aprisionados para si. Como anunciar aos outros esse amor, esse sentido para a criação? É este o desafio da evangelização, sempre atual e sempre novo.
A nossa peregrinação termina com a morte. A melhor definição da morte foi-me dada por uma pessoa que, sentindo-a perto, a descreveu como um novo nascimento.
- Quando a criança está no ventre materno ela se sente bem e protegida; ela não quer nascer. Não sabe que está perdendo algo muito melhor. Assim considero a nossa morte. Mesmo na doença e com sofrimentos, eu gosto da vida e amo minha família e meus amigos. Tenho, porém, certeza de que vou nascer para uma vida melhor, para a qual não há palavras para descrever. Por isso não tenho medo da morte.
Manuel E. Iglesias, sj
Extraído do livro: Onde estás, Senhor?
sexta-feira, 14 de janeiro de 2011
Questão de interesse
Morreu antes de fazer a pontuação.
A quem deixava ele a fortuna?
Eram quatro concorrentes.
O sobrinho fez a seguinte pontuação: “Deixo meus bens à minha irmã? Não! A meu sobrinho. Jamais será paga a conta do alfaiate. Nada aos pobres”.
A irmã chegou em seguida. Pontuou assim o escrito: “Deixo meus bens à minha irmã. Não a meu sobrinho. Jamais será paga a conta do alfaiate. Nada aos pobres”.
O alfaiate pediu cópia do original e puxou a brasa pra sua sardinha: “Deixo meus bens à minha irmã? Não! A meu sobrinho? Jamais! Será paga a conta do alfaiate. Nada aos pobres”.
Ai, chegaram os pobres da cidade. Um deles, sabido, fez esta interpretação: : “Deixo meus bens à minha irmã? Não! A meu sobrinho? Jamais! Será paga a conta do alfaiate? Nada! Aos pobres”.
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