segunda-feira, 11 de julho de 2011

Em preparação ao centenário de fundação da Família Paulina

Em 2014 a Família Paulina completará 100 anos de fundação. Este tema, foi debatido no XXIX Encontro dos Governos Gerais da Família Paulina, ocorrido no mês de janeiro de 2011.

Abaixo, está um trecho da Mensagem Final à Família Paulina, redigida pelos participantes e pelas participantes, por ocasião do referido encontro.

“A proposta será desenvolvida por uma comissão especial e enviada a todas as circunscrições e comunidades dos Institutos da Família Paulina. Os elementos fundamentais de tal proposta, divididos em três anos, são os seguintes:

• 2011-2012: memória narrativa, conhecimento histórico dos ambientes e dos contextos nos quais amadureceu o carisma Paulino e a pessoa do Fundador, colocados em evidência no surgimento progressivo das várias Congregações da Família Paulina.

• 2012-2013: a narração da história da Família Paulina de 1971 a 2011, depois que o Fundador deixou aos paulinos e às paulinas a continuação de sua obra.

• 2013-2014: “Lançar-se para frente” no futuro. O caminho que está diante de nós, deixando-nos guiar pelo fenômeno da comunicação. Relatar como será a Família Paulina a partir dos destinatários da nossa missão comum, dos nossos apostolados convergentes.

As iniciativas do centenário serão lançadas no dia 20 de agosto de 2011, e as datas a serem valorizadas por todos, nestes anos, são: o nascimento do Primeiro Mestre: 4 de abril; fundação da Sociedade São Paulo: 20 de agosto, e o dia da morte do Primeiro Mestre: 26 de novembro.

Deverão resultar iniciativas coerentes, mas privilegiando as que são experiências de encontro e de colaboração, tendo como objetivo o nosso futuro: desse centenário a nossa Família deverá sair renovada, aberta às exigências do homem de hoje e orientada pela esperança.”

Governos Gerais da Família Paulina

quarta-feira, 6 de julho de 2011

Oração para obter humildade


Senhor,
que abateis os corações dos orgulhosos,
mas concedeis vossa graça aos humildes,
dai-nos a verdadeira humildade,
de que Jesus nos deu o exemplo.
Eu só, nada posso. Mas com Deus posso tudo.
Por amor a Deus quero fazer tudo!
A Deus, a honra. A mim, o paraíso.
Amém

sexta-feira, 1 de julho de 2011

Beato José de Anchieta

Nasceu na ilha de Tenerife, uma das ilhas Canárias dominadas pela Espanha no final do século XV, a 19 de março de 1534, dia de São José, motivo de seu nome. Filho de próspera família, tendo por pais Juan de Anchieta e Mência de Clavijo y Llarena, teve a oportunidade de estudar desde a mais tenra idade, provavelmente com os dominicanos. Aos quatorze anos iniciou seus estudos em Coimbra, no renomado Colégio de Artes, orgulho do rei Dom João III.
Lá recebeu uma educação renascentista, principalmente filológica e literária.
Com 17 anos de idade ingressou na Companhia de Jesus, ordem fundada por Inácio de Loyola em 1539 e aprovada por meio da bula Regimini Militantis Eclesiae em 1540, pelo papa Paulo III. No ano de 1553, no final de seu noviciado, fez seus primeiros votos como jesuíta. Assim, acabavam seus temores de não poder permanecer na Ordem por ter sido acometido de uma doença ósteo-articular logo após seu ingresso. Aconselhado pelos médicos de que os ares do Novo Mundo seriam benéficos para sua recuperação, foi enviado em missão para o domínio português na América.
Veio ao Brasil com a segunda leva de jesuítas, junto com a esquadra de Duarte da Costa, segundo governador-geral do Brasil. Em 1554 participou da fundação do colégio da vila de São Paulo de Piratininga, núcleo da futura cidade que receberia o nome de São Paulo, onde também foi professor. Exerceu o cargo de provincial entre os anos de 1577 a 1587. Escreveu cartas, sermões, poesias, a gramática da língua mais falada na costa brasileira (o tupi) e peças de teatro, tendo sido o representante do Teatro Jesuítico no Brasil.