domingo, 28 de agosto de 2011

Um coração inquieto

Olá pessoal, eu me chamo Marina Cristina Santos, sou natural de Curitiba, Paraná. Conheci as Irmãs Apostolinas no ano de 2004, através do Cooperador Paulino, mas foi em São Paulo, na celebração da primeira profissão Religiosa da Ir. Lucivânia em 2009 que as conheci pessoalmente. Naquele mesmo ano iniciei o meu caminho vocacional com elas.

Depois de um tempo de caminho, recebi o convite para iniciar um tempo de experiência, podendo assim, conhecer mais de perto a comunidade, a vida e missão das Irmãs Apostolinas. E aqui estou eu!

Para mim, esse tempo de experiência, tem sido um verdadeiro Kairós, no qual pude não só conhecer mais de perto a vida e missão das Irmãs Apostolinas, mas também a oportunidade de conhecer a mim mesma. Pude também conviver com as irmãs e conhece-las na espiritualidade, na missão e no dia-a-dia, tendo assim a oportunidade de “experimentar” o jeito de ser Apostolina.

Agradeço a Deus, por dar-me um coração inquieto e por despertar-me o desejo de fazer algo por Deus e pelas pessoas. Desejo que também inquietava o coração de Bem Aventurado Tiago Alberione, fundador das Irmãs Apostolinas e da Família Paulina. Agradeço a cada uma das Irmãs, por seu testemunho e por ser presença de Deus no meu caminho, por me ajudar a me questionar, perceber os sinais de Deus na minha vida, para poder dizer meu sim sincero, convicto e feliz, onde Ele me chama, pela oportunidade desses seis meses de experiência e por poder dar continuidade durante os próximos meses.

Marina Cristina Santos

sexta-feira, 26 de agosto de 2011

A vocação do cristão leigo e leiga

A vocação humana e cristã não é vivida de forma "genérica", mas se concretiza nas chamadas vocações específicas: dos cristãos leigos e das cristãs leigas, da vida consagrada, e do ministério ordenado.
No tocante à vocação específica dos cristãos leigos e das cristãs leigas, precisamos lembrar que eles são membros vivos da comunidade eclesial. Apesar de tantos avanços na animação vocacional, nota-se ainda pouca atenção a este aspecto. Nossa atividade vocacional continua priorizando o presbítero e as vocações para a Vida Religiosa. Os cristãos leigos e as cristãs leigas são vistos como cristãos de segunda categoria, para os quais reservamos pouco ou quase nenhum tempo, nenhum espaço e nenhum investimento econômico.
Precisamos, portanto, superar toda forma de clericalismo, muitas vezes ainda subjacente na mentalidade tanto dos leigos como do clero. Devemos insistir no significado da vocação apostólica dos batizados e batizadas e reservar mais espaço para eles na nossa atividade vocacional. A vocação dos cristãos leigos e leigas é legítima e precisa adquirir cidadania dentro do serviço de animação vocacional. De fato, como nos lembrou o papa João Paulo II, o chamado divino não diz respeito apenas aos padres, às pessoas de vida consagrada, mas estende-se também aos cristãos leigos. Este também o são pessoalmente chamados por Deus, de quem recebem uma missão para a Igreja e para o mundo. Por essa razão o serviço de animação vocacional de uma Igreja local deve necessariamente estar voltado também para a promoção da vocação e da missão dos cristãos leigos e das cristãs leigas. E isso vale, sobretudo hoje, quando se tem cada vez mais consciência de que a comunidade cristã é o útero onde é fecundada toda vocação.
José Lisboa Moreira de Oliveira - extraído do livro "Qual o sentido da vocação e missão"

quarta-feira, 24 de agosto de 2011

O problema de um é problema de todos!

Um rato, olhando pelo buraco na parede, vê o fazendeiro e sua esposa abrindo um pacote. Pensou logo no tipo de comida que haveria ali. Ao descobrir que era ratoeira ficou aterrorizado. Correu ao pátio da fazenda advertindo a todos:
- Há ratoeira na casa, ratoeira na casa!
A galinha:
- Desculpe-me Sr. Rato, eu entendo que isso seja um grande problema para o senhor, mas não me prejudica em nada, não me incomoda.
O rato foi até o porco e disse:
- Há ratoeira na casa, ratoeira!
- Desculpe-me Sr. Rato, mas não há nada que eu possa fazer, a não ser orar. Fique tranqüilo que o senhor será lembrado nas minhas orações.
O rato dirigiu-se à vaca e disse:
- Há ratoeira na casa!
- O que? Ratoeira? Por acaso estou em perigo? Acho que não!
Então o rato voltou para casa abatido, para encarar a ratoeira. Naquela noite, ouviu-se um barulho, como o da ratoeira pegando sua vítima.. A mulher do fazendeiro correu para ver o que havia pego. No escuro, ela não percebeu que a ratoeira havia pego a cauda de uma cobra venenosa. E a cobra picou a mulher. O fazendeiro a levou imediatamente ao hospital. Ela voltou com febre. Todo mundo sabe que para alimentar alguém com febre, nada melhor que uma canja de galinha. O fazendeiro pegou seu cutelo e foi providenciar o ingrediente principal. Como a doença da mulher continuava, os amigos e vizinhos vieram visitá-la. Para alimentá-los, o fazendeiro matou o porco. A mulher não melhorou e acabou morrendo. Muita gente veio para o funeral. O fazendeiro então sacrificou a vaca, para alimentar todo aquele povo.

segunda-feira, 22 de agosto de 2011

Oração Vocacional

Senhor da Messe e Pastor do rebanho,
faze ressoar em nossos ouvidos teu forte
e suave convite: "Vem e Segue-me"!
Derrama sobre nós o teu Espírito, que Ele
nos dê sabedoria para ver o caminho e
generosidade para seguir tua voz.


Senhor, que a Messe não se perca por falta
de operários. Desperta nossas comunidades
para a Missão. Ensina nossa vida a ser
serviço. Fortalece os que desejam dedicar-se
ao Reino na diversidade dos
ministérios e carismas.


Senhor, que o Rebanho não pereça por falta de
Pastores. Sustenta a fidelidade de nossos bispos,
padres, diáconos, religiosos, religiosas e
ministros leigos e leigas. Dá perseverança a
todos os vocacionados. Desperta o coração
de nossos jovens para o ministério pastoral em tua Igreja.


Senhor da Messe e Pastor do Rebanho,
chama-nos para o serviço de teu povo.
Maria, Mãe da Igreja, modelo dos servidores
do Evangelho, ajuda-nos a responder SIM. Amém.

domingo, 21 de agosto de 2011

Família Paulina celebra 100 anos de presença na Igreja, em 2014

Em 2014, a Família Paulina completará 100 anos de presença na Igreja. Por ocasião do quadragésimo ano de fundação, o Bem-aventurado Tiago Alberione, fundador da Família Paulina, afirmou: “Dia 20 de agosto de 1914, uma hora de adoração ao Santíssimo Sacramento e a bênção da minúscula tipografia, iniciava-se a Família Paulina…”, com a fundação Padres e Irmãos Paulinos. A esta se seguiu a fundação de quatro Congregações femininas com finalidades próprias, diversas e independentes uma da outra: Irmãs Paulinas; Irmãs Discípulas do Divino Mestre; Irmãs Pastorinhas; Irmãs Apostolinas. Fundou também os Institutos: Santa Família (para casais); São Gabriel Arcanjo (Gabrielinos, para homens); Jesus Sacerdote (para padres diocesanos e bispos diocesanos); Nossa Senhora da Anunciação (Anunciatinas, para mulheres). Todos unidos entre si pelo mesmo ideal de santidade e apostolado: levar Jesus Cristo a todas as pessoas através das várias formas de comunicação social. Organizou, também, leigos e leigas para que estivessem estreitamente ligados à missão e à espiritualidade de suas fundações e, assim, nasce a União dos Cooperadores Paulinos.
Abertura oficial das atividades em preparação à celebração do centenário de fundação da Família Paulina, no Brasil, ocorreu no dia 20 de agosto, na parte da manhã com a apresentação do "Livro de Orações da Família Paulina" que foi reelaborado e reeditado de forma que pudesse expressar de forma mais fiel a intuição carismática do fundador no tocante a espiritualidade ; na parte da tarde foi celebrada uma missa no Santuário Nacional de Nossa Senhora Aparecida, em Aparecida (SP), com a presença de 250 membros da Família Paulina e presidida por D. Angélico S. Bernardino, noviço do Instituto Jesus Sacerdote.