sábado, 31 de maio de 2014
quinta-feira, 29 de maio de 2014
quarta-feira, 28 de maio de 2014
Mensagem Oficial Simpósio Vocacional - Região Sul
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Ide e Anunciai!
“Ao sair da barca, Jesus vê uma grande multidão e se
enche de compaixão
porque eram como ovelhas sem pastor. E começa a ensinar-lhes
muitas coisas” (Mc 6,34).
Nós,
animadores e animadoras vocacionais das quatro Regionais da macrorregião
pastoral Sul do Brasil – S1 (São
Paulo), S2 (Paraná), S3 (Rio Grande do Sul) e S4 (Santa Catarina), iluminados
pelo tema: “Ide e anunciai! Vocações diversas para uma grande missão!”,
participamos do Simpósio Vocacional do Brasil, realizado no Centro Mariápolis Ginetta, em Vargem Grande
Paulista (SP), de 16 a 18 de maio de 2014. Somos
cristãos leigos e leigas, pessoas de vida consagrada e ministros ordenados, em
comunhão com as outras quatro macrorregiões pastorais do País: Região
Centro-Oeste (CO, N3, O1 e O2); Região Leste (L1 e L2); Região
Nordeste (Regionais NE1, NE2, NE3, NE4 e NE5); e Região Norte (N1,
N2 e NO).
2. O
evento, inédito nesta dinâmica, organizado pela Comissão Episcopal Pastoral para os Ministérios Ordenados e a Vida
Consagrada da Conferência Nacional
dos Bispos do Brasil (CMOVC-CNBB) e pelo Instituto de Pastoral Vocacional (IPV), tem por objetivo promover a cultura vocacional na
Igreja e na sociedade e avançar no discipulado missionário, conscientes de
formarmos a assembleia dos chamados, escolhidos e enviados para a grande
missão.
3. Recordamos os 50 anos do Concílio
Vaticano II (1962-1965), os 50 anos da instituição do Dia Mundial de Oração
pelas Vocações (1964) e os eventos vocacionais de nosso Continente e País
(congressos e anos vocacionais). A história da Pastoral Vocacional/Serviço de
Animação Vocacional (PV/SAV) no Brasil vem construindo valiosos subsídios de
conteúdo teológico-pastoral que nos orientam no serviço eclesial às vocações. Partilhamos a riqueza de
experiências e iniciativas realizadas em nossas comunidades, paróquias,
dioceses e regionais.
Diversidade
a serviço da unidade
4.
Refletimos
sobre a riqueza da diversidade a serviço da unidade. O exercício do ministério
da Trindade Santa – Deus Pai, Filho e Espírito Santo – ilumina e capacita-nos à
missão de construir comunhão e cultura
vocacional, sem fragmentação ou
uniformidade. Em uma Igreja toda ministerial
é essencial o exercício da autoridade a serviço da alteridade, como Jesus nos
ensina no lava-pés. Animação
Vocacional é um serviço de Igreja, requer atitudes de humildade e docilidade
discipular, de conversão pastoral e formação permanentes. Enquanto animadores e
animadoras vocacionais, em nossa forma de expressão e ação, necessitamos
manifestar explicitamente o valor de todos os carismas, serviços e ministérios
suscitados pelo Espírito e presentes na Igreja.
Para
uma grande missão
5.
Nós
nos comprometemos a fazer com que nas agendas
pastorais dos organismos e setores eclesiais (paroquiais, diocesanos e
regionais), dentre as prioridades, esteja a animação vocacional com o
respectivo apoio integral às Equipes Vocacionais Paroquiais (EVPs). É urgente o
cuidado da cultura vocacional e o
fortalecimento da cultura do encontro,
provocados pelo papa Francisco em sua
alegria de anunciar o evangelho.
Indicações
aos planos de PV/SAV
6.
Investir
na formação vocacional de todos os membros da comunidade eclesial, com atenção
especial aos membros da equipe de PV/SAV, utilizando-se de estratégias criativas,
tais como:
a)
Simpósios Vocacionais Anuais, em âmbito paroquial, diocesano e
regional, envolvendo as pastorais e os organismos do povo de Deus (catequese,
juventudes, família, novas comunidades, movimentos eclesiais, institutos
seculares, religiosos e religiosas - CRB local, entre outros);
b)
Escolas Vocacionais, encontros
para jovens vocacionados e animadores vocacionais, em âmbito paroquial,
diocesano e regional;
c)
Catequese Mistagógica em todos os níveis e idades, com
atenção especial ao acompanhamento de adolescentes e jovens, motivados por um
itinerário vocacional e a construção do próprio projeto de vida.
7. Fomentar a oração pelas vocações em
todos os espaços de Igreja, conscientes de que toda a Palavra de Deus é
vocacional, com ênfase às modalidades:
a) Leitura
Orante da Palavra de Deus;
b) Grupos
de Reflexão/Círculos bíblicos;
c) Celebrações Litúrgicas e da Palavra, Tríduos,
Hora Eucarística, Oração do Terço, Romarias,
Caminhadas e Pedaladas Vocacionais.
8. Enfatizar a dimensão eclesial,
missionária e intercongregacional da ação vocacional, abrindo-se às fronteiras
geográficas e humanas, com linguagem apropriada, também nos espaços midiáticos.
Chamado,
escolha e acompanhamento
9.
Sentimo-nos
agraciados por Deus, o Senhor da messe; por Jesus Cristo, constantemente
chamando seguidores e seguidoras; e pelo Espírito Santo, presente em nossa
vida. Maria de Nazaré, vocacionada do Pai, discípula missionária de seu Filho e
atenta ao Espírito, orienta-nos, com ternura e convicção, a “fazer tudo o que
Ele disser” (Jo 2,5).
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Novo arcebispo para Pouso Alegre
O papa Francisco nomeou hoje, 28, dom José Luiz Majella
Delgado, como arcebispo de Pouso Alegre (MG), transferindo-o da diocese de
Jataí (GO). A diocese estava vacante após renúncia de dom Ricardo Pedro Chaves
Pinto Filho, acolhida pelo papa Francisco, conforme prevê o Código do Direito
Canônico.
Dom José Luiz Majella Delgado é natural de Juiz de Fora (MG),
nascido em 19 de outubro de 1959. Membro da Congregação do Santíssimo Redentor,
recebeu a ordenação sacerdotal em 14 de março de 1981. Foi nomeado bispo pelo
papa emérito Bento XVI, em 16 de dezembro de 2009, sendo ordenado no dia 27 de
fevereiro de 2010. Seu lema episcopal é “Servir por amor”.
Formação
O novo arcebispo de Pouso Alegre (MG) é formado em Filosofia pela Faculdade Salesiana de Lorena (SP) e Teologia pelo Instituto Teológico de São Paulo (ITESP), com licenciatura em Estudos Sociais. Possui especialização em Teologia Litúrgica e em Espiritualidade Redentorista pela Academia Alfonsiana de Roma (Itália).
O novo arcebispo de Pouso Alegre (MG) é formado em Filosofia pela Faculdade Salesiana de Lorena (SP) e Teologia pelo Instituto Teológico de São Paulo (ITESP), com licenciatura em Estudos Sociais. Possui especialização em Teologia Litúrgica e em Espiritualidade Redentorista pela Academia Alfonsiana de Roma (Itália).
Trajetória
Atualmente dom Luiz Majella estava como presidente do regional Centro-Oeste da CNBB. Sua caminhada episcopal é marcada pela atuação em atividades pastorais e de formação. Exerceu diferentes funções no ensino, em institutos e conselhos. Foi secretário da Organização dos Seminários e Institutos do Brasil (OSIB) no regional Leste 2, secretário da Associação dos Liturgistas do Brasil e prefeito do Santuário Nacional de Aparecida. Em 2007, esteve como secretário executivo para a V Conferência dos Bispos da América Latina e Caribe (CELAM), em Aparecida (SP). Na CNBB, ocupou a função de subsecretário adjunto geral de 2007 a 2009
Atualmente dom Luiz Majella estava como presidente do regional Centro-Oeste da CNBB. Sua caminhada episcopal é marcada pela atuação em atividades pastorais e de formação. Exerceu diferentes funções no ensino, em institutos e conselhos. Foi secretário da Organização dos Seminários e Institutos do Brasil (OSIB) no regional Leste 2, secretário da Associação dos Liturgistas do Brasil e prefeito do Santuário Nacional de Aparecida. Em 2007, esteve como secretário executivo para a V Conferência dos Bispos da América Latina e Caribe (CELAM), em Aparecida (SP). Na CNBB, ocupou a função de subsecretário adjunto geral de 2007 a 2009
Fonte: CNBB
terça-feira, 27 de maio de 2014
Vocação e ardor apostólico
"Em muitos lugares, há escassez de vocações ao sacerdócio e
à vida consagrada. Frequentemente isso fica-se a dever à falta de ardor
apostólico contagioso nas comunidades, pelo que estas não entusiasmam nem
fascinam. Onde há vida, fervor, paixão de levar Cristo aos outros, surgem
vocações genuínas. Mesmo em paróquias onde os sacerdotes não são muito
disponíveis nem alegres, é a vida fraterna e fervorosa da comunidade que
desperta o desejo de se consagrar inteiramente a Deus e à evangelização,
especialmente se essa comunidade vivente reza insistentemente pelas
vocações e tem a coragem de propor aos seus jovens um caminho de especial
consagração. Por outro lado, apesar da escassez vocacional, hoje temos
noção mais clara da necessidade de melhor seleção dos candidatos ao
sacerdócio. Não se podem encher os seminários com qualquer tipo de
motivações, e menos ainda se estas estão relacionadas com insegurança
afetiva, busca de formas de poder, glória humana ou bem-estar
econômico".
Evangelii Gaudium, nº 107
domingo, 25 de maio de 2014
sexta-feira, 23 de maio de 2014
Simpósio Vocacional impulsiona Animação Vocacional no Brasil
Para impulsionar as estratégias da Cultura Vocacional no
Brasil, entre os dias 16 e 18 de maio, foi realizado o Simpósio Vocacional. O
evento refletiu sobre o tema “Ide e anunciai! Vocações diversas para uma grande
missão!” e, em uma iniciativa inédita, aconteceu por meio de
uma transmissão ao vivo de alguns momentos, interligando cinco
regiões do país, que reúnem os 18 regionais da CNBB.
O Simpósio teve como objetivos fomentar a cultura
vocacional na ação evangelizadora da Igreja no Brasil e avançar no discipulado
missionário como legado batismal, na comunhão e complementaridade de vocações e
ministérios na comunidade eclesial.
De acordo com os organizadores do evento, a partir da
experiência dos Congressos Vocacionais do Brasil e também dos internacionais,
dos anos vocacionais, do Concílio Vaticano II, dos Dias Mundiais de Oração
pelas Vocações, o Simpósio Vocacional é uma continuação na edificação da
Cultura Vocacional.
Para o arcebispo de Palmas (TO) e presidente da Comissão
Episcopal Pastoral para os Ministérios Ordenados e a Vida Consagrada da CNBB,
dom Pedro Brito Guimarães, após o simpósio, a perspectiva é que haja “um
despertar e reanimar dos organismos que trabalham com as vocações”. Neste
contexto, uma das indicações do evento foi estimular experiências
missionárias/vocacionais com as várias expressões juvenis, incentivar a criação
das equipes vocacionais e fortalecer onde já existem.
Dom Pedro Brito ressalta que a Cultura Vocacional é uma
“questão cristológica”. “Está no coração do evangelho, Jesus foi um promotor
vocacional: chamou, formou e enviou em missão. A Igreja precisa investir mais
na promoção vocacional, pois, constata-se uma diminuição no número de
vocacionados (as)”, disse.
Outros encaminhamentos do simpósio, foram tornar conhecidos
os subsídios e documentos já produzidos e estimular a formação vocacional
permanente para padres, seminaristas e lideranças das pastorais, movimentos,
congregações e institutos seculares. “A formação atual está boa, mas é preciso
melhorar, é necessário aplicar as orientações das diretrizes para a formação e
observar as orientações do decreto sobre os seminaristas egressos”, afirmou dom
Pedro Brito.
Dentre as principais propostas incentivadas pelo evento,
algumas indicações foram: que as agendas paroquiais, diocesanas e regionais
contemplem as propostas, indicações e atividades vocacionais; dinamizem datas
estratégicas para a animação vocacional; e proponham práticas como as
Celebrações Eucarísticas, lectios divinas, terços, horas santas, vigílias e
outros momentos de oração
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