sexta-feira, 6 de setembro de 2013

Reaviva o dom da fé

Ocorreu nos dias 30, 31 de agosto e 1º de setembro de 2013, em Santo Antônio do Amparo – diocese de Oliveira – a VI Assembleia anual da Pastoral Vocacional / Serviço de Animação Vocacional da Província Eclesiástica de Belo Horizonte. O tema do evento foi “Reaviva o dom da fé” e fomos assessorados pelo Pe. Hélio – diocese de Sete Lagoas. O encontro aconteceu num clima de muita oração, reflexão, amizade e partilha de experiência.  Contamos com a honrosa presença de Dom Miguel Ângelo – bispo diocesano de Oliveira – que com alegria acolheu todos os participantes da assembleia (leigos, seminaristas, religiosas, religiosos e padres). Nosso evento contou com a presença de 4 das cinco dioceses da Província, a saber: Arquidiocese de Belo Horizonte, Diocese de Sete Lagoas, Diocese de Oliveira e Diocese de Divinópolis. O evento foi encerrado no domingo com a celebração eucarística e envio dos agentes da PV/SAV para as suas respectivas comunidades onde deverão, sem temor, trabalhar e animar as vocações. Nossa estima e gratidão à diocese de Oliveira pela calorosa acolhida e pela extremada dedicação em preparar esta VI Assembleia Provincial da PV/SAV. 
Pe. Everaldo Quirino Ferreira
Coordenador da Província Eclesiástica de Belo Horizonte

Grito dos Excluídos

O que é

O Grito dos Excluídos é uma manifestação popular carregada de simbolismo, é um espaço de animação e profecia, sempre aberto e plural de pessoas, grupos, entidades, igrejas e movimentos sociais comprometidos com as causas dos excluídos.
O Grito dos Excluídos, como indica a própria expressão, constitui-se numa mobilização com três sentidos:
·   Denunciar o modelo político e econômico que, ao mesmo tempo, concentra riqueza e renda e condena milhões de pessoas à exclusão social;
·  Tornar público, nas ruas e praças, o rosto desfigurado dos grupos excluídos, vítimas do desemprego, da miséria e da fome;
·  Propor caminhos alternativos ao modelo econômico neoliberal, de forma a desenvolver uma política de inclusão social, com a participação ampla de todos os cidadãos.
O Grito se define como um conjunto de manifestações realizadas no Dia da Pátria, 7 de setembro, tentando chamar à atenção da sociedade para as condições de crescente exclusão social na sociedade brasileira. Não é um movimento nem uma campanha, mas um espaço de participação livre e popular, em que os próprios excluídos, junto com os movimentos e entidades que os defendem, trazem à luz o protesto oculto nos esconderijos da sociedade e, ao mesmo tempo, o anseio por mudanças.
As atividades são as mais variadas: atos públicos, romarias, celebrações especiais, seminários e cursos de reflexão, blocos na rua, caminhadas, teatro, música, dança, feiras de economia solidária, acampamentos – e se estendem por todo o território nacional.

Para iniciarmos a apresentação, se faz necessário dizer o que é o Grito dos Excluídos
O Grito dos Excluídos é uma iniciativa que se compõe de uma série de eventos e mobilizações que se realizam ao redor da Semana da Pátria, ou seja, de 01 a 06 finalizando-se no dia 07 de setembro, ou um pouco antes, isso depende da realidade local. Não se trata exatamente de um movimento, uma campanha ou uma organização, mas de um espaço de convergência em que vários atores sociais que se juntam para protestar e propor caminhos novos. As principais manifestações ocorrem no Dia da Independência, pois seu eixo fundamental gira em torno da soberania nacional. O objetivo é transformar uma participação passiva, nas comemorações dessa data, em uma cidadania consciente e ativa por parte da população.
Contudo o Grito dos Excluídos não se limita nas ações do dia 07 de setembro. De ponta a ponta do país, podemos subdividir as atividades em um antes, um durante e um depois. Um antes, se nos atemos às reuniões da coordenação nacional, ao encontro dos articuladores, à preparação do material, à divulgação e organização e a uma série de eventos que se destinam à preparação dos agentes e lideranças; um durante quando as ruas e praças das principais cidades do Brasil, com destaque para o Santuário de Aparecida, em São Paulo, onde o Grito e Romaria dos Trabalhadores fazem uma grande parceria. Essas manifestações se enchem de manifestantes, de gritos e de utopia; um depois, no sentido de avaliar e garantir a continuidade das ações, numa espécie de fio condutor que une num único processo os Gritos realizados nesses rincões afora dede grande Brasil.

Como nasceu e quem promove o Grito dos Excluídos?
O Grito nasceu de duas fontes distintas, mas, complementares. De um lado, teve origem no Setor Pastoral Social da CNBB (Conferência Nacional dos Bispos do Brasil), como uma forma de dar continuidade à reflexão da Campanha da Fraternidade de 1995, cujo lema – Eras tu, Senhor – abordava o tema Fraternidade e Excluídos.
De outro lado, brotou da necessidade de concretizar os debates da 2ª Semana Social Brasileira, realizada nos anos de 1993 e 1994, com o tema Brasil, alternativas e protagonistas. Ou seja, o Grito é promovido pela Pastoral Social da Igreja Católica, mas, desde o início, conta com numerosos parceiros ligados às demais Igrejas do CONIC (Conselho Nacional de Igrejas Cristãs), aos movimentos sociais, entidades e organizações.
Nos dois casos, podemos afirmar que a iniciativa não é propriamente criada, mas descoberta, uma vez que os agentes e lideranças apenas abrem um canal para que o Grito sufocado venha a público. A bem dizer o Grito brota do chão e encontra em seus organizadores suficiente sensibilidade para dar-lhe forma e visibilidade.

Por que Grito dos Excluídos?
O pressuposto básico do Grito é o contexto de aprofundamento do modelo neoliberal como resposta à crise generalizada a partir dos anos 70 e que se agrava nas décadas seguintes. A economia capitalista globalizada, a precarização das relações de trabalho e a guerra por novos mercados geram massas excluídas por todo o mundo, especialmente nos países periféricos.
Os movimentos sociais reagem. No Brasil, as Igrejas cristãs juntamente com outros parceiros promovem na década de 90 as Semanas Sociais. Cresce a consciência das causas e efeitos da exclusão social, como o desemprego, a miséria e a violência, entre outros. O fruto amadurece e nasce o Grito dos Excluídos. Trata-se de uma forma criativa de levar às ruas, praças e campos o protesto contra esse estado de coisas. Os diversos atores sociais se dão conta de que é necessário e urgente dar visibilidade sócio-política à indignação que fermenta nos porões da sociedade, os excluídos/as. Se o mercado tem o direito de dobrar as autoridades políticas com seu “nervosismo”, os setores marginalizados da população também podem e devem tornar pública sua condição de excluídos.

Por que 7 de setembro?
Desde 1995 foi escolhido o dia 7 de setembro para as manifestações do Grito dos Excluídos. A ideia era aproveitar o Dia da Pátria para mostrar que não basta uma independência politicamente formal. A verdadeira independência passa pela soberania da nação. Um país soberano costura laços internacionais e implementa políticas públicas de forma autônoma e livre, não sob o constrangimento da dívida externa, por exemplo. Relações economicamente solidárias e justiça social são dois requisitos indispensáveis para uma verdadeira independência.
Nada melhor que o dia 7 de setembro para refletir sobre a soberania nacional. É esse o eixo central das mobilizações em torno do Grito. A proposta é trazer o povo das arquibancadas para a rua. Ao invés de um patriotismo passivo, que se limita a assistir o desfile de armas, soldados e escolares, o Grito propõe um patriotismo ativo, disposto a pôr a nu os problemas do país e debater seriamente seu destino. É um momento oportuno para o exercício da verdadeira cidadania.
Fonte: gritodosexcluidos.org.br

quinta-feira, 5 de setembro de 2013

Apresente a sua Família ao Papa Francisco, novo concurso do Vaticano

O Pontifício Conselho para a Família do Vaticano lançou um concurso no que poderão participar os mais novos da casa. Para isso devem desenhar as suas famílias e enviar os desenhos ao Papa. Os desenhos ganhadores serão apresentados ao Papa Francisco durante a Peregrinação das Famílias ao Túmulo de Pedro em Roma, nos dias 26 e 27 de outubro deste ano.
O Pontifício Concílio para a Família da Santa Sé lançou esta convocatória a todas as crianças entre 3 e 11 anos de idade, para que enviem até o dia 30 de setembro desenhos de sua família em uma folha A4/letter em formato eletrônico indicando seu nome, idade e lugar de procedência.
Os desenhos ganhadores também serão publicados nos jornais locais, "IL Giornalino" e "G-Beby" e projetados durante as atividades da peregrinação.
O correio eletrônico para enviar os desenhos é: roma2013@family.va

LUZES NA VIDA E MISSÃO DO BEM-AVENTURADO TIAGO ALBERIONE

“Momentos de maior Graça” *
  
Animador(a) 1: “Toda vida é vocação!”. É uma nova luz que o Senhor acende no mundo para iluminar e ser iluminador é um dom de Deus à humanidade. Tiago Alberione nasceu a 4 de abril de 1884, numa modesta família de agricultores e cristãos praticantes, em São Lourenço de Fossano, norte da Itália. Foi o quinto filho de Miguel Alberione e Teresa Rosa Alloco.
(Enquanto o animador fala entra um casal pelas laterais e se coloca em frente ao altar e começa a fazer o gesto de quem está capinando. 
Os dois se voltam para a porta de entrada e dizem juntos...)
Casal: ILUMINA TIAGO!
(Entra uma criança, representando pe. Alberione, com uma lamparina ou vela na mão e caminha até o casal, os olha e segue até onde está o quadro do pe. Alberione e coloca sua vela bem ao centro. 
Volta até o casal  e se cola no meio deles. Enquanto isso canta-se...)
Música: Velas acessas – (CD Cuida bem da Palavra faixa 2 - somente o início da música)
Animador(a) 2: Assim foi a vida de Tiago Alberione um suceder de luzes como ele bem dizia: “o Senhor vai acendendo as luzes, a medida que vamos precisando delas”. Alberione foi uma pequena-grande luz de Deus que além de iluminar foi iluminador. Ele soube visualizar e acolher as várias luzes de Deus em sua vida como “momentos de maior graça que lhe determinaram a vocação e a missão particular” (AD7). Uma destas luzes foi o despertar de sua vocação a ser padre. “Ele relembra [...] que estava com apenas 6 anos de idade, a professora Rosa Cardona, tão boa, verdadeira Rosa de Deus, delicadíssima nos seus deveres, perguntou a alguns dos 80 alunos o que pretendia fazer de sua vida” (AD 9).
(Enquanto o animador está falando  a criança que representa Tiago Alberione se afasta um pouco dos pais, senta nos degraus e finge estar estudando. Pela lateral entra uma jovem com cadernos, vai até a criança e fica ensinando a criança. Ao terminar a fala do animador a professora diz...)
Professora: Tiago o que você deseja ser quando você crescer?
(A criança olha a professora, abre um grande sorriso e diz...)
Tiago: Serei padre!
(A professora o abraça, acende uma vela no altar e entrega a criança. Os dois se dirigem ao local onde está a lamparina e coloca a vela – outras velas virão, elas devem ser colocadas em forma de um círculo entorno da lamparina -. 
A professora sai, a criança volta a ficar no meio do casal. Enquanto isso canta-se...)
Música: Acendendo luzes – CD Tudo é obra de Deus faixa 6
Animador(a) 1: Para Alberione esta foi “a primeira luz clara: antes já sentira certa tendência, mas obscuramente, aquele dia, os companheiros e, às vezes, os irmãos começaram a chamá-lo ‘padre’; quer por brincadeira, quer para lhe chamar a atenção ao dever [...] Também em família começaram a tomar em consideração sua decisão, orientando para essa meta tudo o que lhe dizia respeito” (AD 9-10). Sua mãe foi uma grande incentivadora de sua vocação.
(Cada um dos pais acende uma vela e, juntos, se dirigem ao local onde estão sendo colocadas as velas. Ao chegarem a mãe entrega ao filho sua vela e, este, a coloca em volta da lamparina. Em seguida o pais faz o mesmo. 
O casal sai e a criança volta para frente do altar. Enquanto isso canta-se...)
Música: Acendendo luzes – CD Tudo é obra de Deus faixa 6
Animador(a) 2: Outra pessoa importante na caminhada vocacional do jovem Tiago foi o padre João Batista Montesino, pároco da Igreja de São Martinho em Cherasco, cidade onde morava a família Alberione. Padre João Batista sempre o ajudou e acompanhou até o altar”.  (AD 12)
(Enquanto o animador está falando, entra um homem paramentado e com uma vela acessa; vai até a criança lhe dá um grande sorriso entrega a vela e pega sua mão. Os dois se dirigem ao local onde estão às velas e a criança deposita a vela. 
O padre e a criança saem. Enquanto isso canta-se...)
Música: Acendendo luzes – CD Tudo é obra de Deus faixa 6
Animador(a) 1: Em 1896, com 12 anos Tiago Alberione ingressa no seminário de Bra, diocese de Turim. Mas, aos 16 anos, foi demitido do seminário. Em outubro de 1900, após ter superado uma profunda crise, seu pároco, João de Montesinos, o apresentou ao seminário de Alba onde foi aceito. Nessa época, o papa Leão XIII pediu que o mundo católico dedicasse à oração as últimas horas de 1900 e as primeiras do século 20.  Recomendou uma adoração eucarística em todas as igrejas e capelas.

Animador(a) 2: Para o jovem seminarista Tiago esta noite de adoração “foi decisiva para a missão específica e o espírito particular em que nasceria e viveria a Família Paulina” (AD 13). Houve adoração na catedral de Alba, depois da missa solene da meia noite os seminaristas estavam livres para permanecerem em adoração o tempo que quisessem; Tiago permaneceu por horas... Horas que mudariam para sempre seu destino e de muitas outras pessoas.
Música: Te adoro hóstia santa – CD Tudo é obra de Deus faixa 14
(Entra um adolescente e se coloca de joelhos em frente ao altar em atitude de adoração)
Animador(a) 1: A experiência dessa longa vigília eucarística Alberione chamará de “segunda grande luz de sua vida a missão”. Pois, durante a adoração o jovem Tiago sentiu que “uma luz especial veio da Hóstia, compreendeu melhor o convite de Jesus: ‘vinde a mim todos’... sentiu-se, profundamente obrigado a preparar-se para fazer algo pelo Senhor e pelos homens do novo século com os quais viveria” (Ad 15-20).
Animador(a) 2: “Teve percepção bastante clara do seu nada, e ao mesmo tempo sentiu: ‘estarei convosco até o fim dos séculos’ na Eucaristia, e que em Jesus-Hóstia podia-se conseguir luz, alimento, conforto, vitória sobre o mal. Vagando com a mente no futuro, parecia-lhe que no novo século pessoas generosas sentiriam o que ele sentia [...] Sentiu-se obrigado a servir a Igreja, os homens do novo século e a agir em união com outras pessoas” (AD 15-20).
(O adolescente se levanta, pega uma das velas do altar e a coloca ao lado de sua lamparina e sai. Enquanto isso canta-se...)
Música: Noite de Luz – CD Ouço tua Voz faixa 2
Animador(a) 1: Alberione foi ordenado padre aos 23 anos, na catedral de Alba em 29 de junho de 1907, festa dos apóstolos Pedro e Paulo. Desde a longa oração em 1900, aos 16 anos, até a morte em 1971, Alberione procurou cumprir fielmente a sua missão. Observando os sinais, ele deixava que o espírito lhe sugerisse. E em boa hora, em momentos inesperados, lhe vinham novos planos e a vontade firme de levá-los à prática.
(Neste momento entra um jovem paramentado como padre. Ele caminha um pouco com ar preocupado, 
se ajoelha... reza... levanta pensativo... volta se ajoelhar)

Animador(a) 2: Em 1910 Alberione teve outro momento de uma “luz maior” que lhe indicou claramente o modelo de organização que devia fundar: uma organização de escritores, técnicos, propagadores, mas religiosos e religiosas. Uma organização “de pessoas que amam a Deus com toda a mente, todas as forças, todo o coração e se oferecem para trabalhar pela Igreja” usando os novos meio que a ciência e a técnica inventaria para evangelizar (AD 24).
(o jovem se levanta acende uma vela e coloca junto com as outras em volta da lamparina e sai. Enquanto isso canta-se...)
Música: Acendendo luzes – CD Tudo é obra de Deus faixa 6
Animador(a) 1: Novas luzes foram se sucedendo na vida do jovem padre Tiago até que, em 20 de agosto de 1914, aos 30 anos, ele dá início a “Escola tipográfica Pequeno Operário”, embrião do que será a Pia Sociedade dos Padres e Irmãos Paulinos. Esta será a primeira das várias fundações que, juntas formam a Família Paulina.  As demais fundações são: em 1915 Alberione inicia as irmãs Paulinas; em 1917 os Cooperadores Paulinos; em 1924 as  Discípulas do Divino Mestre; em 1938 as Irmãs Pastorinhas: no ano de 1960 inicia a fundação de vários Institutos Seculares: Jesus Sacerdote; São Gabriel Arcanjo; Nossa Senhora da Anunciação. O Instituto Santa Família iniciou sua caminhada somente após a morte do Fundador.
(quando o narrador fala de uma fundação, entra uma pessoa com uma vela acesa, a coloca junto com as outras e sai. 
Enquanto isso canta-se...)
Música: Nascemos do teu amor – CD tudo é obra de Deus faixa 7
Animador(a) 2: Alberione sempre foi um homem sensível a questão vocacional. A própria vivência de seu itinerário vocacional e, as várias fundações feitas ao longo de sua vida, são a maior prova do quanto ele era aberto e atento ao chamado do Senhor. Alberione com mais de 70 anos mantinha aguçado seu vigor e sensibilidade vocacional, percebeu o quanto era necessário a existência de pessoas que doassem seu tempo, sua vida, para ajudar outras pessoas a encontrarem o verdadeiro sentido para suas vidas, ou seja, descobrirem sua vocação.
(enquanto o narrador fala, entra um senhor paramentado que caminha pensativo. Ele para e diz...)
Alberione: “O problema do futuro é o problema de todo jovem, ainda mesmo quando não bem examinado e considerado, constitui fundamentalmente a preocupação de toda a pessoa. É por isso uma bela caridade ajudar os jovens a se indagarem: “E tu, o que farás?”. É preciso fazer compreender aos jovens que, se é importante saber escolher e adivinhar bem a própria carreira, a própria tarefa, é muito mais importante a escolha da própria vocação. [...] Trabalhar pelas vocações  significa servir a Igreja”.

Voz: Alberione você é tão sensível às questões vocacionais, trabalha tanto pelas vocações, realizou várias fundações. Você poderia iniciar um Instituto que tenha como carisma específico a questão vocacional.
Animador(a) 1: Em 08 de setembro de 1959 as primeiras jovens emitem seus votos religiosos no Instituto Nossa Senhora Rainha dos Apóstolos para as vocações, mais conhecidas como Irmãs Apostolinas. Atualmente as Irmãs Apostolinas estão presentes em várias cidades da Itália, possuem uma comunidade na Polônia e duas comunidades no Brasil: uma na arquidiocese de São Paulo e outra na diocese de Oliveira.
(nesse momento entram por uma lateral 4 Apostolinas segurando uma vela e cantando: “todo jovem tem sede de Deus...”.  Dirigem-se ao ancião e, com ele, colocam a vela junto com as outras. Cada uma recebe do ancião uma vela. O ancião sai e cada uma das irmãs diz...)
AP1: Somos mulheres interpeladas por Jesus a viver seu seguimento em comunidade, na vivência dos Conselhos Evangélicos. Chamadas na Igreja, por meio do Espírito, a doar e consumir a vida por todas as vocações.
AP2: Padre Alberione dizia às primeiras irmãs: “Vocês tem a vocação de todas as vocações. E a vocação que o Senhor inspirou a vocês, pela qual trabalham estabelece vocês numa posição providencial na Igreja. Se é belo seguir a vocação, é muito mais conduzir a ela as pessoas”.
AP3: Dizia Também: “Considerai a bela vocação que Deus vos concedeu: vós tendes a missão de trabalhar por todas as vocações, colaborando com os sacerdotes, os pais, os professores, nas paróquias, nas dioceses, nas missões. Vós sois como canais. O canal leva a água. A vocação parte de Deus, passa por vós, que sois os canais e chega às pessoas”.
AP4: Como afirmava pe. Alberione, nós devemos “sentir a responsabilidade das vocações. Viver pelas vocações. Não ficar nunca em paz”.
Todas: Somos chamadas a viver e consumir a vida pelas vocações. Jovem o Senhor te chama, ele te convida a doar a vida por Ele e pelo Reino. Não deixe a luz desse chamado se apagar. Ele precisa de você! 
(as irmãs saem e, cada uma, entrega sua vela a uma jovem. Enquanto isso canta-se...)
Música: Ide pra semear – CD Cuida bem da Palavra faixa 6
* Texto elaborado pelas Irmãs Apostolinas na apresentação paroquial sobre pe. Alberione e o carisma da congregação



quarta-feira, 4 de setembro de 2013

Papa reitera pedido pela Paz

O Papa Francisco recebeu uma delegação do Congresso Judaico Mundial, ante a qual reiterou seu chamado aos líderes mundiais a fazerem todo o possível para evitar a guerra na Síria, ante a possibilidade de uma intervenção militar encabeçada pelos Estados Unidos.
Segundo a Rádio Vaticano, durante o encontro o Santo Padre desejou aos judeus um feliz ano 5774 e se renovou o compromisso conjunto em favor do diálogo e da paz. Além disso, recordaram-se as raízes que compartilham o cristianismo e o judaísmo, e se fez insistência em que "um cristão não pode ser anti-semita".
Depois do encontro, esta organização internacional que representa às comunidades judaicas de 100 países emitiu um comunicado onde se afirma que "em relação ao conflito na Síria, o Papa reiterou que é inaceitável a matança de seres humanos e que os líderes mundiais devem fazer todo o possível para evitar a guerra".
O comunicado acrescentou que o presidente do Congresso Judaico Mundial, Ronald Lauder, "elogiou o Papa pelo seu compromisso inquebrantável a favor do diálogo, revigorando não somente à Igreja Católia, mas também deu um novo impulso às relações com o judaísmo. Assim como seus predecessores nos últimos cinco decênios, que ajudaram a superar muitos preconceitos".
"Isso nos permite agora trabalhar juntos na defesa da liberdade religiosa lá onde está ameaçada e em favor de todas as comunidades afetadas", indicou no comunicado.
A delegação recebida por Francisco estava integrada também pelo presidente do Congresso Judaico Latino-americano. Desde sua fundação em 1936, o Congresso Judaico Mundial promove o diálogo inter-religioso, especialmente com a Igreja Católica.
Fonte: Aci Digital

terça-feira, 3 de setembro de 2013

Grito dos Excluídos fará mais de mil atos no país durante o 7 de Setembro

Representantes de diversos movimentos sociais participaram nesta sexta-feira (30) da coletiva de imprensa da 19ª edição do Grito dos Excluídos, na sede da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) Sul I, em São Paulo (SP), onde falaram sobre as temáticas que serão destaques nas mobilizações deste ano.
Além do lema central "Juventude que ousa lutar constrói o projeto popular”, as manifestações do Grito dos Excluídos, que ocorrerão principalmente no dia 7 de setembro (Dia da Independência do Brasil), também pedirão a democratização dos meios de comunicação, o fim do extermínio da juventude nas ruas, a construção de um projeto popular do Brasil, melhorias nos serviços de saúde e educação, entre outras demandas.
"O lema da juventude veio bem a calhar neste ano pela discussão da Jornada Mundial da Juventude, pela exclusão social de jovens e das manifestações populares que aconteceram em junho e foram protagonizadas principalmente pela juventude”, disse a assessora de imprensa do Grito, Alexania Rossato.
De acordo com ela, participaram da coletiva representantes da 26ª Romaria dos Trabalhadores e Trabalhadoras, ato que acontece na cidade de Aparecida (SP) em paralelo aos protestos do Grito dos Excluídos; do Movimento dos Atingidos por Barragens (MAB), que realizará seu encontro nacional na próxima semana e engloba pessoas que são excluídas das políticas do Estado ao serem impactadas por construções de barragens; da Pastoral Carcerária, que levantou a questão da violência contra os jovens e relembrou os massacres ocorridos em presídios e cidades brasileiras; do Movimento Nacional dos Moradores de Rua e outros.
Caracterizado por ser uma ação coletiva planejada por organizações, movimentos e pastorais sociais há 19 anos, o Grito dos Excluídos "não é um evento só do [dia] 7 de setembro, mas sim um processo construído durante o ano todo”, explicou Alexania.
Segundo ela, as manifestações organizadas do Grito acontecerão em quase todas as capitais brasileiras e a previsão é de serem realizadas mais de mil ações em várias cidades do país, para levar às ruas as demandas de diversos setores excluídos pelo governo.
"O Gritos dos Excluídos é um grande momento para a população brasileira sair às ruas e protestar, fazer suas demandas. Não só a juventude, mas pessoas de qualquer idade. Queremos animar as pessoas a participarem e darem seu grito também”, enfatizou.
Fonte: Adital